21/06/2019 às 17h49min - Atualizada em 21/06/2019 às 17h49min

Quadro de hoje: história do CTG Corredor Missioneiro

Fronteira em Notícia
Família de Roque Canísio Pletsch
No quadro de hoje contaremos a história do CTG Corredor Missioneiro.
Mas antes disso, outras histórias explicam como o movimento surgiu.
Várias foram as tentativas de criar um espaço destinado ao tradicionalismo gaúcho em Porto Xavier.  Em 1974, foi montado junto à praça um galpão crioulo para comemorar a Semana Farroupilha. Passado o evento, o galpão foi retirado. Mais tarde, surgiram em outras comunidades, alguns galpões farroupilhas, mas nada permanente. No ano de 1979, a ideia voltou com força, agora na comunidade de Rincão Comprido, onde foi fundado o atual Galpão Cinza do Passado. No ano seguinte, em 1980, motivados com a ideia, mais apreciadores da cultura gaúcha se juntaram ao movimento e idealizaram a criação de um galpão farroupilha, agora na cidade, sede do município.
Com a participação maciça do povo, os tradicionalistas traçaram uma meta: fundar um centro de tradições gaúchas.
Sem local fixo para sede, em um local improvisado, foram realizadas várias reuniões a fim de discutir a nome, buscar um local e criar a sociedade.
Em 1981 a associação estava constituída e o nome escolhido: CTG Corredor Missioneiro, nome que tem significados especiais. Entre os motivos para o nome, estão as corridas de carreira (corridas de cavalo muito comuns na época). Além disso, Porto Xavier serviu de passagem para os índios guaranis (local viável de cruze para interligações e comunicação das reduções jusuíticas-guaranis brasileiras e argentinas) e, atualmente, é um elo comercial do Mercosul.
Em 1982 foi iniciada a obra de construção do CTG, local onde ainda hoje está instalado, mas que passou, ao longo dos anos, por muitas mudanças, sempre prezando em manter os traços originais.

Colaboração de imagens: Família de Roque Canísio Pletsch
Colaboração histórica: Professor Ovídio Kaiser
Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »