27/02/2020 às 13h42min - Atualizada em 27/02/2020 às 13h42min

A polêmica acerca da demolição do prédio desativado do hospital de Pirapó

Jornal Fronteira em Notícia
Na quarta-feira (26), inúmeras pessoas começaram a publicar em suas redes sociais histórias, defesas e controversas do mantimento do prédio do antigo Hospital de Pirapó, que foi demolido ontem (26), depois de  uma semana de organização para a demolição. 

A equipe do Jornal Fronteira em Notícia contatou com a Prefeitura Municipal de Pirapó e conseguiu um pouco da história e de todo o percurso até a demolição.
Exclarece-se foi tramitado na Câmara de Vereadores um projeto da compra do prédio do antigo Hospital, no valor de R$ 180 mil reais, tendo como comprador a Prefeitura Municipal. O valor para a compra seria adquirido do leilão das vendas dos terrenos da prefeitura.

O prédio do antigo Hospital abrigaria novos setores administrativos, como o CRAS, por exemplo, onde poderia ser usado de várias formas pela população, após serem feitas as devidas adequações.

Entre idas e vindas do projeto, surgiu um comprador, o qual fez a compra à vista do prédio e ainda fez o pagamento de 14 credores que estavam com processos judiciais, gerados devido a insustentabilidade do Hospital, que foi fechado na 5° gestão da Administração Municipal em meados de 2005/2006. Essa época foi difícil não somente para Pirapó, mas para muitos hospitais das pequenas cidades em nossa região, onde muitos acabaram fechados devidos a  grande burocracia e às cobranças da vigilância sanitária. 

A polêmica surgiu por ser um prédio com muitas histórias, mas que devido a sua falência não pode ser mantido. O Hospital Nossa Senhora do Rosário é de 1952 e está na Rua 15 de Novembro, a mesma que também tinha vários prédios fechados, como exemplo os tradicionais prédios da família Sebastiany, entre outros, que estão agora sobre reforma, com novos proprietários, sendo revitalizados. 

No local será construído um imóvel onde a unidade da Sicredi irá se instalar. Em acordo com o proprietário do lote que faz divisa com o atual comprador, será aberto uma rua que vai levar o nome do hospital, dividindo os dois lotes.

Dessa forma, novas obras para o crescimento e a história ficam registrada para os pirapoenses.




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